Diretoria 2001-2003 (USP – SÃO PAULO)

Foto (da esquerda para a direita): Monalisa (assistente da secretaria); Cristina Pietraróia (Secretária); Angela Rodrigues (Vice-presidente); Vânia Parada (assistente da secretaria); Cristina Altman (Presidente) e Anna Carmangnani (Tesoureira).

Presidente: Maria Cristina Fernandes Salles Altman

Vice-Presidente: Ângela Cecília de Souza Rodrigues

Secretária: Cristina Moerbeck Casadei Peitraróia

Tesoureira: Anna Maria Grammatico Carmagnani

 

Leia a entrevista concedida pela presidente da diretoria!

 

MARIA CRISTINA FERNANDES SALLES ALTMAN

Professora Titular da USP

Em 24/09/2018.

 

1) O que significava o GEL para a Linguística de São Paulo e do Brasil no momento em que você participou de sua diretoria? Houve algum fato marcante ou curiosidade que gostaria de partilhar?

Na verdade, o GEL foi o ponto de chegada de um grupo de linguistas, um grupo de pesquisadores que se percebiam linguistas já nos anos 1960. Embora haja uma diretoria pela qual eu respondi junto com algumas colegas, é preciso pensar o GEL no corpo maior do amadurecimento e da institucionalização de uma disciplina, chamada Linguística, que se pretendia autônoma.
Claro que não vou fazer toda uma historiografia aqui, mas por cacoete eu acabo pensando assim. Então, só para retomar, embora essa não seja minha tarefa nesta conversa, o GEL é criado em São Paulo em 1969, em um momento político bastante conturbado no país. E em São Paulo, naquele mesmo ano de 69, muita coisa acontecia, eu anotei aqui, olha, esse depoimento foi na verdade do professor Aryon Rodrigues… Chamou minha atenção em uma entrevista que eu realizei com ele que, naquele ano, em São Paulo, se realizavam, quase que simultaneamente, o II Instituto Brasileiro de Linguística, o III Encontro Internacional do PILEI, o segundo da ALFAL, o primeiro da ABRALIN, e o primeiro do GEL. De nível sul-americano até São Paulo, tudo acontecia naquele ano no país.
O GEL, a ABRALIN, os outros institutos, mas principalmente o GEL, é o ponto de chegada de um longo processo de busca de institucionalização de um grupo de especialidade: o grupo dos linguistas. Por essa razão, o GEL vai ter essa referência para a linguística do Brasil, de maneira geral.
Quando a gente assumiu aqui na USP a diretoria, em 2001, quem estava junto? Eu como presidente, a vice-presidente era a professora Angela Rodrigues, do Departamento de Clássicas e Vernáculas da nossa Faculdade, o tesoureiro era a professora Anna Grammatico Carmagnani, do Departamento de Letras Modernas, e a secretaria ficou por conta da professora Cristina Pietraroia. Era uma equipe feminina. A ideia de constituir essa equipe dessa maneira não foi minha. Eu tive, aliás, a partir dali o prazer de conviver de perto com essas colegas, com quem eu não tinha tido oportunidade antes de interagir. Talvez a ideia tenha sido da Angela Rodrigues, juntamente com o grupo de clássicas. Na modéstia dela, ela não quis ser presidente. Ela me chamou e, por alguma razão, eles achavam que eu ia dar conta das propostas do GEL para aquele momento.
Nós herdamos, na Universidade de São Paulo, a diretoria do GEL que havia estado com a UNESP de Assis, sob a presidência da professora Clélia Jubran. Esses seminários organizados por eles foram seminários de excelência, como quase todos em que eu participei.
Acho que podemos ter muito orgulho desse projeto, dessa equipe de 69, que se transformou, até os anos 2000, quando aconteceu de nós pegarmos essa diretoria. Foram seminários de excelência, de participação em massa, de todas as universidades paulistas, mas também de universidade de fora de São Paulo e convidados internacionais, eu me lembro muito bem.
Eu vi aqui, no relatório que elaboramos, que ao seminário de Marília, organizado pela diretoria de Assis em 2000, compareceram mil e duzentas pessoas participantes. Imagina! E nós, em 2001, que organizamos o 50º. Seminário, tínhamos um clima de total celebração: as historiógrafas, receberam, no colo, aquele presentão de marcar o 50º. Seminário do GEL, que foi uma beleza.
Para o 50º. Seminário, nós não tínhamos ainda os dados do encontro anterior, de Marília. Só quando eu recebi todas as datas é que eu vi o tamanho que estava o GEL. E nós fomos surpreendidas com 1500 inscrições, das quais nós tínhamos que dar conta. “Dar conta” até de uma maneira ingênua: o GEL começa em 69 como um fórum extremamente democrático de participação; as instituições paulistas abrem as suas portas para professores e todos que queriam apresentar trabalhos. Foi um traço diferente da ABRALIN, se virmos a ata de inauguração da ABRALIN, vemos que havia ali uma preocupação de separar quem era linguista de quem não era linguista, porque a associação se pretendia autônoma em relação às outras ciências da linguagem. O GEL não! O GEL abriu para todo mundo: quem se dizia filólogo, quem se dizia dialetólogo, quem se dizia até da literatura… os linguistas vão logo, claro, traçar suas linhas. Mas o GEL nasce democrático. Por isso havia a tradição no GEL de aceitar todos os trabalhos. Você imagine ali meia dúzia de idealistas querendo formar o grupo, eles queriam mais é que as pessoas participassem, trocassem ideias. Além disso, o GEL nasce com outro projeto coletivo muito importantes, voltado à aplicação da linguística ao ensino, com a preocupação de lançar uma lista de livros de quem trabalhava e fazia linguística. As pessoas estavam mal começando a se inteirar do que era o GEL… Por razões fáceis de imaginar, o GEL chega até a nossa diretoria em 2001 com esse volume de participações espontâneas. Fora as mesas redondas, as palestras, as pessoas que as diretorias convidaram, 1500 outras se inscreveram. Muitos alunos, muita gente de fora e assim por diante.
No relatório de atividades, um trecho dá a ideia da tarefa hercúlea que foi organizar o 50º. Seminário. Extremamente prazerosa, mas foi hercúlea. Eu digo na prestação de contas para a FAPESP, para mencionar apenas os investimentos mais pesados que a diretoria teve que fazer: nós tivemos que investir pesadamente em infraestrutura material (salas, gravadores, retroprojetores – o que era a tecnologia que a gente tinha na época) e em equipes ad hoc de trabalho, para dar conta dessas 1500 pessoas. Isso exigiu que a gente terceirizasse: “Serviços relativos a impressão e material gráfico”, “Plotagem e reprografia”, “Interfonia”, “Microfonia”, “Áudio e imagem”, “Marcenaria”, “Diagramação”, “Reprodução”, “Contratação e treino de equipes de oitenta e cinco monitores”, “Cinco diagramadores”, “Cinco digitadores”, “Dez seguranças”, “Quatro montadores”, “Quatro auxiliares de limpeza” e “Dois técnicos”. Isso para não falar da meninada maravilhosa do CEDOCH. Preciso mencionar também o CEDAE, do IEL-UNICAMP, que então recebia todo o material relativo ao GEL. E o CEDOCH, em que meus alunos na época se predispunham a fazer todo o trabalho possível como contribuição à profissão e o pessoal da secretaria, o pessoal da Faculdade de Filosofia.
Foi uma festa aquele 50º. Seminário! Com convidados de diretorias anteriores, eu lembro que tinha gente do Rio, a Carlota Rosa estava aqui, o Ataliba de São Paulo. Nossa, é complicado citar nomes porque aí eu precisaria ter todo esse material na minha frente para me lembrar de todos.
A gente realizou aquele 50º. Seminário na tradição do GEL: de democraticamente deixar a participação de todos. Mas fazer uma seleção para os anais. Os anais que publicamos primeiro foram do seminário de Marília. Esses anais, por exemplo, apontam o seguinte número: 362 artigos para submeter a julgamento. Para referendá-los, nós montamos uma comissão editorial ad hoc. A comissão foi coordenada pela Angela Rodrigues. Participaram dessa comissão: Beatriz Nunes Lopes, Cláudia Xatara, ambas da UNESP, Edson Françozo da UNICAMP, a Ieda Alves, aqui da USP, Manuel Corrêa também da USP, Rony Pereira, da UNESP de Assis e a Sandra Fontes, da PUC de São Paulo. Nós selecionamos 196 trabalhos, que foram publicados nesses anais do 49º. Seminário. No site, é o número 31 da Estudos Linguísticos.
Outro fato marcante na nossa gestão foi o lançamento da Revista do GEL, que também não foi diretamente ideia nossa, ao contrário, foi uma incumbência dada a nós pela diretoria anterior, com certeza estimulada pelo Ataliba. O Ataliba, desde sempre um os grandes líderes organizacionais da linguística brasileira, adorava colocar os outros para trabalhar. Então eu me lembro que naquela assembleia, presidida pela Clélia Jubran, se decidiu que o GEL deveria ter uma revista. Uma revista científica mesmo! Isso foi muito marcante. Então, além da realização desse 50º. Seminário, há a inauguração de um número que eu acabei chamando de “piloto”, porque a revista ainda não havia. Foi o medo de lançar uma coisa pela primeira vez. A gente recebeu uma verba extra de última hora e, embora já tivéssemos comissão editorial e tudo para realizar, não havia tempo hábil para chamar artigos, para fazer uma chamada universal, uma seleção universal. Entre outras razões, pela própria maneira dessa comunidade, não mais emergente, mas ainda muito nova, de linguistas brasileiros pensar. Vou abrir um pequeno parêntese e já falo da revista.
Eu me lembro, por exemplo, que uma das recomendações que nós fizemos para diretoria que nos sucedeu em 2003 foi repensar o modelo de apresentação de seminários. Se nos anos 60, 70, era viável você publicar e dar voz a todo mundo, abrir um espaço para todo mundo falar nos seminários, em 2001 já não era mais possível. Você viu aí a infraestrutura que tivemos de montar para realizar um encontro com 1500 pessoas. E uma das recomendações que fizemos, elas estão aqui no relatório, foi justamente repensar essa questão. E eu me lembro que essa diretoria que nos sucedeu, de colegas da Unicamp, igualmente maravilhosas, eficientes – todas mulheres! – tentou selecionar os trabalhos a serem apresentados no seminário do GEL. O delas seria, então, o 52º., realizado em Campinas. Muitos de nós participamos como pareceristas, colegas do meu departamento e assim por diante. Essa seleção foi feita e vários trabalhos foram recusados; todos justificados. Deu bastante trabalho, pois, como sempre, a solicitação foi muito grande. Eu me lembro através do relatório oral na assembleia seguinte, que a colega Inês Signorini fez, que eles não deram conta de sustentar essa seleção. Houve uma grita geral da comunidade de inscritos no GEL, não aceitando a recusa do seu trabalho e as colegas da UNICAMP, apesar de toda a boa vontade e de estarem certíssimas (quero dizer, não tem cabimento um seminário que não tem critérios de seleção, que não tem referees cegos…), não puderam sustentar a seleção.
Para você ver, e esse exemplo vale para que a gente humildemente perceba: tratava-se de um momento da história da disciplina, em um determinado lugar como o Brasil, e nós das diretorias atuando como elos de uma corrente. Quero dizer, não são heróis aqui. Cada diretoria, até chegar à minha, as que me antecederam e as que me sucederam, fez uma contribuição, fez tentativas… isso não chega pronto. Acabou havendo, nesse caso, da diretoria que nos sucedeu, uma volta estratégica para que se criasse na comunidade dos pesquisadores, dos jovens que frequentavam o GEL, uma mentalidade mais profissional, que vê a recusa a um trabalho como uma recusa a um trabalho e não à pessoa, não ao pesquisador. Para se entender que esse é o processo, veja você, aí já estávamos em dois mil e tanto!
Então, voltando à revista e sabendo disso, a gente montou uma comissão editorial, montamos um editorial. Logo no início, nas primeiras páginas da revista, está isso tudo escrito. E aí entrou nossa experiência pequena, mas já significativa na época – da turminha toda do CEDOCH – de fazer esse piloto, lançar essa revista. Foi isso o que a gente se comprometeu a fazer no seminário anterior, em Marília, como homenagem a Carlos Franchi.
A saída estava aí, a gente tinha verba para fazer. Tínhamos acabado de montar uma parceria com a editora Contexto e muitas outras mais. Vinte editoras compareceram ao GEL com seus estandes. A gente não queria perder a oportunidade. E foi assim que montamos, então, a turma do CEDOCH, um número em homenagem a Carlos Franchi.
Carlos Franchi sintetizava, naquele momento, tudo o que essa linguística que começou paulista procurava ser. Tinha sido um colega da UNICAMP, fundador do IEL junto com os outros quatro “mosqueteiros”, como ele gostava de dizer. Assim que ele sai da UNICAMP, ele se associa a uma colega do meu departamento, a Esmeralda Vailati Negrão, e passa a ser nosso professor colaborador. E nos incentivava, nos recebia… Eu não tinha nem feito meu doutorado… Mas ele me recebe, ele põe os nossos projetos em discussão dentro do departamento. Foi realmente um sopro novo de vida para todos nós e por tudo o que ele simbolizava naquele momento.
Então nós juntamos as três editoras do volume: fui eu, a Evani Viotti, a Mercedes Hackerott, uma colega que naquele momento estava ligada ao CEDOCH. Nós conversamos com os autores, eram autores acima de qualquer suspeita, gente que tinha sido aluna do professor Franchi, que tinha trabalhado com ele em colaboração. Era realmente um Festschrift, como falam os alemães; era um pequeno volume em homenagem a ele, aos trinta anos dele de trabalho na linguística paulista e nacional.
Nossa, o Franchi teve um papel enorme na linguística brasileira e nós achamos que foi um volume bem legal! E foi mesmo, mas eu tive que lançar como piloto por uma questão prática, pragmática. Pena que ele ficou como número especial; número zero. Eu achava, naquele momento, que devia ser o número um, mas no fim, pouco importa. Somos sempre o elo de uma corrente. E o que nós conseguimos na época, agora não me lembro como, mas, se conversar com ele, talvez ele se lembre, a gente teve o Arnaldo Cortina como o editor seguinte, quando nós saímos da diretoria e o Arnaldo tocou a revista para frente. Nós entregamos para ele todo o miolo da revista, do que é a Revista do GEL número 1.
Mas a revista foi criando corpo com o trabalho do Arnaldo. Essa turma da UNESP nunca deixou a peteca cair! E a revista hoje é uma beleza, ela está aí, quadrimestral…
Acho que isso então foram dois marcos importantíssimos da linguística do Brasil e do GEL na época da nossa diretoria. Quer dizer, esse salto enorme quantitativo do 50º. Seminário, que vai obrigar as diretorias seguintes a se adaptarem aos novos tempos. E de fato elas se adaptaram, estão aí os seminários que não nos deixam mentir. E a criação e a realização… o fazer acontecer da Revista do GEL.

2) O papel o GEL poderia desempenhar hoje, diante dos desafios que você vislumbra para a linguística contemporânea brasileira?

Durante esses anos, de 2000, vamos dizer assim, para cá, 2001 para cá, são quase vinte anos. O GEL realmente mudou de estatuto, ele não é mais aquele grupo de especialidade que foi nos anos 60, 70. A linguística também não é mais a mesma. Haja vista o número de especialidades, subespecialidades, que aconteceram no guarda-chuva do que a gente chama de linguística… o nome mais adequado talvez fosse ciências da linguagem. O papel do GEL muda nesse percurso.
Depois de 2001, eu não tenho mais dados, eu não acompanhei mais o GEL em detalhes, mas, em termos gerais, o GEL teve que estimular sempre os encontros regionais do Estado de São Paulo e para o interior do Estado de São Paulo. Ele passou a ser o lugar de encontro de muitos alunos, de iniciação científica, de graduação, e eventualmente até de pós-graduação. O GEL tem sido o lugar de estreia de muitos jovens pesquisadores. Esse é um papel importantíssimo. Desse ponto de vista, e é importante que ele continue a ser uma espécie de balão de ensaio. Que borbulha!
Claro que ele tem que continuar selecionando participantes e tudo mais, mas ele é um local de encontro em que jovens pesquisadores – ainda inexperientes – se sentem, desde de já, parte do ofício, como alguém que tem algo a dizer, como alguém que aprende como dizer, como se apresentar diante de seus pares e cumprir parte de nossa função, que é o conhecimento público. Ciência é conhecimento público. Ninguém estuda, faz pesquisa, para manter na gaveta. Todo mundo publica. E o GEL cumpre esse papel mais que as outras instituições nacionais – como a ABRALIN, ANPoLL –, já que no GEL a meninada aparece. E aparece junto com seus pares, junto com seus professores, junto com seus orientadores e assim por diante.
Para além desse “balão de ensaio”, o GEL tem que continuar sua vocação original: uma espécie de democracia teórica. Ele tem que repensar esse seu tamanho. E tem que ser uma associação principalmente regional e em colaboração com outras.
Naquela época, de início o GEL, já existiam associações que se criaram, à semelhança do GEL, em vários outros lugares: o GELNE, o CELSUL, GELES, no Espírito Santo, a ASSEL no Rio, o GELCO. Aliás, eu encontrei, quando revi esse material para nossa conversa, vários e-mails que eu recebi enquanto estava na diretoria e isto dá um bom material documental. Vou juntar tudo! Vou mandar para o CEDAE da Unicamp e deixar uma cópia aqui com a gente no CEDOCH. Não é uma promessa ainda, mas vou pensar nisso. E nossa! E-mails supergenerosos e gentis, por exemplo, da ASSEL do Rio, querendo dicas sobre coisas, querendo ver como é que a gente estava resolvendo tais e quais problemas.
Essas associações regionais não são menores que as nacionais, ABRALIN ou ANPoLL, e elas são tremendamente importantes, justamente por atraírem os jovens da região. Cada vez que você realiza um seminário em Taubaté, ou em Marília, São José do Rio Preto, seja onde for, você atrai jovens que não têm a oportunidade de viajar o Brasil para participar desses encontros, encontros da sua especialidade. Então você ter um seminário itinerante, que leve professores mais experientes ao lado de alunos menos experientes, ou até de orientadores e os seus orientandos em grupos, em pôsteres, painéis, seja como for, é tremendamente vantajoso para a criação dessa rede, dessa malha de comunicação entre jovens linguistas do país.
Então o futuro do GEL, para a linguística brasileira, eu acho que é ser o que ele é. Claro, nós temos hoje milhões de recursos tecnológicos, o site do GEL está uma beleza… o que essa diretoria de Rio Preto fez! Eu vi o material que eles estão preparando, para comemorar agora os 50 anos do GEL, junto com a ABRALIN e tudo mais. Está uma beleza! Esses recursos eram mais escassos poucos anos atrás, menos de vinte anos atrás. O GEL deve continuar promovendo encontros dentro da região de atuação dele, conversar com as outras associações regionais, promovê-las, estimulá-las etc… O intercâmbio possível, porque o futuro está nessa jovem meninada que pela primeira vez ouviu falar dessa especialidade, daquela teoria, e assim por diante. É isso aí.

Entrevista concedida a Bruno Fochesato Alves (G-DL-USP) em 24 de setembro de 2018.

Transcrição de Bruno Fochesato Alves (G-DL-USP), finalizada em 25 de outubro de 2018.

Revisão e edição de Olga Coelho (CEDOCH-DL-USP), finalizadas em 31 de outubro de 2018.

Publicação: Luciani Tenani (UNESP-SJRP) em 12 de novembro de 2018.

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