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Programação do 61º seminário do GEL


61º SEMINáRIO DO GEL - 2013
Título: Linguagem e cognição: perspectivas da qualificação e aprendizagem ensino no século XXI
Autor(es): Onireves Monteiro de Castro. In: SEMINÁRIO DO GEL, 61 , 2013, Programação... São Paulo (SP): GEL, 2013. Acesso em: 21/10/2019
Palavra-chave Qualificao,Aprendizagem,Ensino
Resumo Existem muitos desafios para o cotidiano escolar, especialmente aqueles de ordem interativa que não reclamam os sujeitos em presença, mas os elementos éticos e de cidadania, ou, em outros termos, formas/modos de perceber o mundo e de discutir novas alternativas para os processos de ensino e aprendizagem em língua materna. Refletir sobre as contribuições dos sujeitos formadores no empreendimento de práticas significativas de ensino e aprendizagem em espaços institucionais é um de nossos objetivos. Para o seu atendimento, estaremos nos margeando partir do que tem proposto Delors (2006) e Carraher (1986) na reflexão sobre o paralelo entre teorias já cristalizadas no cotidiano escolar, ao longo da história e, os modos de resignificação dessas e de outras teorias frente as exigências sócio-pedagógicas, éticas e mesmo psicológicas envolvidas com a formação do educador na modernidade. Para M. Descal (1983) linguagem e cognição têm aspectos externos (quando das relações próximas: elementos independentes e heterogêneos) e internos, quando a linguagem é um instrumento para o sujeito aprendiz (psico-técnica). De certo, estaremos discutindo perspectivas de formação que implicam a noção de qualificação absoluta e relativa, como exigências de educação e do trabalho. Ao que parece, no que diz respeito ao processo de qualificação, no sistema produtivo ao invés de estar ocorrendo uma socialização das informações e competências, existe o contrário, isto é, uma acentuada substituição do trabalho humano pelo emprego da maquinaria. Essa automação tem criado uma sistemática de formação que implicado atualizações constantes dos sujeitos, especialmente no meio escolar. As qualificações aumentam as chances dos indivíduos em se tratando da manutenção do vínculo empregatícios, mas estabelece um grau limitador relativo sobre o que o sujeito, de fato, pode aprender nas qualificações. Isto torna a qualificação uma constância psicológica necessária, mas relativa em termos de aprendizagem real. É de se estimar que a taxa média de qualificação da força de trabalho esteja se elevando absolutamente, mas a qualificação está se tornando relativa.